Internet gratis e o desenvolvimento sustentável (REFLEXÕES) escrito em quarta 23 julho 2008 21:31

Blog de cathy : Toca da Cathy, Internet gratis e o desenvolvimento sustentável

Por Marcelo Lobo *

A tecnologia é um instrumento fundamental para a definição de investimentos, desenvolvimento, geração de empregos, renda, educação de uma cidade e inclusão digital do cidadão. A infra-estrutura urbana não deve se limitar apenas a avenidas, varrição, água e luz. É importante que as grandes metrópoles possuam um planejamento de infra-estrutura tecnológica. E a cidade de São Paulo necessita de imediato de um projeto que leve internet grátis aos seus moradores. Além de refletir em um grande avanço estrutural, diminuirá o trânsito e auxiliará na melhora da qualidade do nosso meio ambiente, pelo estímulo do trabalho em casa, o chamado home office.

O crescimento desorganizado dos grandes centros urbanos provoca problemas insustentáveis como os congestionamentos. Já chegou a hora de São Paulo seguir o exemplo de outras cidades do mundo, como San Francisco (EUA) e Paris, que concedem internet grátis aos cidadãos, e com isso procurar soluções para seus problemas de mobilidade e de qualidade ambiental.

A internet grátis pode contribuir para a diminuição do caos do trânsito em São Paulo. Pesquisa realizada pelo professor de Engenharia de Transportes da Universidade de São Paulo (USP) Jaime Waisman, mostra que cerca de 70% dos deslocamentos na cidade são de ida e volta para o trabalho. Esse número poderá ser reduzido drasticamente com um projeto de infra-estrutura tecnológica e o incentivo do home office. Esse modelo de trabalho reduz o tempo perdido nos engarrafamentos, aumenta a produtividade e auxilia no combate a questões crônicas como a baixa qualidade do ar, o aumento da poluição, o estresse e outros problemas de saúde e psicológicos provocados pelo trânsito.

Segundo estudos realizados pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, a cidade de São Paulo perde por ano R$ 4,1 bilhões com congestionamentos, e o paulistano poderia converter em renda 30% do tempo que perde para se deslocar até o escritório. Esses dados demonstram a urgência no investimento nesta estrutura tecnológica.

Além disso, a internet grátis pode ser uma grande aliada da educação da população, principalmente a mais carente. Ela pode propiciar a inclusão digital de milhares de crianças e adolescentes das regiões periféricas da cidade, que hoje não têm acesso ao mundo virtual por não poder pagar pelo serviço. Por esse motivo, a inclusão dessa parte da população no mundo digital é essencial para aumentar o seu conhecimento cultural, auxiliar no estudo e pesquisa escolar e também no desenvolvimento de pequenos negócios.

Cidades no mundo que aderiram ao home office mostram resultados positivos, tanto para empresas que aumentaram seus ganhos, quanto para os poderes públicos que viram suas vias menos congestionadas. Em Los Angeles (EUA), por exemplo, esse novelo modelo de trabalho em casa reduziu em 6% as viagens para o trabalho, e as empresas que aderiram a esse modelo de gestão receberam incentivos ficais. E São Paulo pode trilhar pelo mesmo caminho de desenvolvimento sustentável e respirar novos ares.

* Marcelo Lobo é advogado, especialista em Direito Processual Civil do Dabul & Reis Lobo Advogados Associados.

Fonte: Envolverde/Instituto Ethos, divulgado por Claudia Amaral

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Desculpe o sumiço ;) (CASOS DE SUCESSO) escrito em segunda 21 julho 2008 19:02

Blog de cathy : Toca da Cathy, Desculpe o sumiço ;)

... é que estava muito muito ocupada com a inauguração do Memorial Maestro Georges Henry em Amparo no sábado. Coloquei um artigo sobre a festa maravilhosa no blog do Memorial: http://memorialgh.spaceblog.com.br. Vão lá ver as fotos, foi super lindo! Quero agradecer todas e todos que doaram dinheiro, serviços e materiais diversos para que esse projeto se realizasse.

São hoje parte dessa obra coletiva e estão para sempre na placa inaugural do Memorial, em Amparo, aliados ao nome do meu pai. {#}

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Do mundo virtual ao espiritual (REFLEXÕES) escrito em terça 15 julho 2008 22:08

Blog de cathy : Toca da Cathy, Do mundo virtual ao espiritual

Por Frei Betto *

Ao  viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do  Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus  mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São  Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares,  preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já  haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um  outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois  modelos produz felicidade?"

Encontrei  Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à  aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de  manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho  tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de  balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota  robotizada. Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse: "Tenho aula de  meditação!"

Estamos construindo  super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente  infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que  o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se  não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os  currículos escolares incluírem aulas de  meditação!

Uma progressista cidade do  interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de  ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não  tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em  relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como  estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!" Mas como  fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Outrora, falava-se em realidade:  análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a  palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela  internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no  mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga  íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi­nho de  prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os  valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de  abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos  virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado,  pois somos também eticamente virtuais…

A  cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito.  Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada  semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.

A  palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da  imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se  apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a  publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é  o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este  tênis,­ usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é  que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que  acaba­ precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a  neurose.

Os psicanalistas tentam  descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu,  que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma su­gestão.  Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele  não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si  mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento  globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para  uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades,  auto-estima, ausência de estresse. 

Há uma  lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita  uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história  daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média,  as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil,  constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping  centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas;  neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de  missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há  mendigos, crianças de rua, sujeira pelas  calçadas...

Entra-se naqueles claustros  ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.  Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos  de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista,  sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito,  entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar,  certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na  eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo  hambúrguer do McDonald's… 

Costumo  advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo  um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates,  filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro  comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:  "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser  feliz."

* Frei Betto é escritor, autor, em parceria com  Luis Fernando Veríssimo e outros, de "O desafio ético" (Garamond), entre  outros livros.

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Sábado dia 19, inauguração do Memorial Maestro Georges Henry (FATOS RELEVANTES) escrito em terça 15 julho 2008 02:51

Blog de cathy : Toca da Cathy, Sábado dia 19, inauguração do Memorial Maestro Georges Henry

Estamos nos últimos preparativos para a inauguração do Memorial que decidi instalar em Amparo para homenagear meu pai. O espaço é uma galeria multimidia com exposição permanente de fotografias, músicas, shows ao vivo e internet. Para conhecer melhor esse projeto, vá em http://memorialgh.spaceblog.com.br. E se gostar, venha! Estamos esperando por você! O evento de inauguração começa às 10 horas da manhã e vai até as 20 horas. No final do dia, o prefeito de Amparo descerrará a placa inaugural e das 18 às 20 horas, haverá a apresentação do Quarteto de Cordas Vocais. A entrada é franca.

A partir de 23 de julho, o Memorial estará aberto todas as quartas e sábados das 10 às 18 horas.

Endereço: Rua Capitão Alceu Vieira, 89, centro - Amparo/SP

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Leia e assine a petição: é muito importante! (FATOS RELEVANTES) escrito em segunda 07 julho 2008 23:59

EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento.

O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.

E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, "Educação e Carreira", ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência.

Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.

Se, como diz o projeto de lei, é crime "obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida", não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por "cópia sem pedir autorização" na memória "viva" (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do "blogging" na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém!

Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao "transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado", "sem pedir a autorização dos autores" (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum "dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular"?

Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.

Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.

Assinam:
André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.
Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.
João Carlos Rebello Caribé, Publicitário e Consultor de Negócios em Midias Sociais

Para apoiar essa petição e assiná-la virtualmente, clique aqui.

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