Pesquisas eivadas e compradas. E urnas fraudáveis. Tudo isso nas mãos de quem está no Poder. Meu medo é Dilma, presidente.
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Em 21 de maio de 1968, dez milhões de franceses fizeram greve. Naquele mês, estudantes das universidades de Sorbonne e de Nanterre foram às ruas para lutar contra a cultura vigente. Pregavam o igualitarismo, o liberalismo e a liberação sexual. Os slogans dos manifestantes eram: "é proibido proibir", "gozar sem freios" e "nem Deus, nem mestre".
E dia 21 de maio também é o Dia da Cachaça e Dia da Língua Portuguesa. Comemore, com Liberdade, Responsabilidade (se beber não dirija) e Respeito pelo próximo! Feliz dia!
Somente três dos 15 países que fazem parte do Conselho de Segurança da ONU estão relutantes quanto a uma nova resolução contra o Irã por seu programa nuclear, o que significa a existência de maioria favorável a sanções, informou nesta quinta-feira o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner.
"Existem três países que vão apresentar algumas reticências. Mas o texto não é definitivo, será debatido pelos membros não permanentes do Conselho de Segurança", afirmou o ministro depois de se reunir com sua colega dinamarquesa Lene Espersen.
Segundo uma fonte diplomática ocidental, os três países em questão são Líbano, onde a milícia xiita pró-iraniana Hezbollah faz parte do governo, Brasil e Turquia.
Brasil e Turquia fecharam um acordo com o Irã na segunda-feira, no qual Teerã comprometeu-se a entregar a Ancara 1,2 mil kg de urânio levemente enriquecido em troca de receber, em um prazo de um ano, 120 kg de urânio processado a 20% para um reator nuclear de pesquisa.
Na quarta-feira, Brasil e Turquia pediram ao Conselho de Segurança que evite adotar sanções contra o Irã, em uma carta conjunta assinada pelos chanceleres de ambos os países.
"É um texto bastante forte, que inclui sobretudo proibições sobre o armamento. A partir do início de junho, o texto será discutido, melhorado e, talvez, votado", completou Bernard Kouchner.
Para que a nova resolução contra o programa nuclear iraniano prospere, é necessária maioria de 9 dos 15 membros do Conselho de Segurança, sem que nenhum dos países permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã Bretanha) apresente veto.
Os cinco membros permanentes fecharam na terça-feira um acordo sobre o texto.
Nota minha: Esse povo de preto (no video) que tortura as pessoas no Irã é a Milícia dos Aiatolás...são eles que mandam, e são eles que querem uma guerra atômica com Israel (com o apoio dos bolivarianos).
A respeito do ponto relativo ao julgamento em última instância dos criminosos candidatos a cargos eletivos na Lei da Ficha Limpa, Zeca Brito Bezerra comenta no Blog de Reinaldo Azevedo:
1) É preciso fazer uma distinção muito clara entre Direito Penal e Direito Eleitoral
2) O art. 5 da Constituição trata da presunção da inocência no campo exclusivo do Direito Penal
3) No primeiro, a condenação pode implicar prisão. No segundo, apenas a privação de um privilégio
4) É preciso ter em conta que o julgamento político pode ser perfeitamente legítimo
5) Ocupar um cargo eletivo não é “direito” mas uma concessão do público eleitor
6) Não é necessário estar provado, em definitivo, uma culpa. Basta que haja dúvida fundamentada sobre a idoneidade do postulante.
7) O valor fundamental em jogo não é a liberdade individual do candidato, mas o interesse público