Aprovado projeto que amplia o uso de recursos do Fust (INCLUSÃO DIGITAL) escrito em sexta 20 junho 2008 11:41

Blog de cathy : Toca da Cathy, Aprovado projeto que amplia o uso de recursos do Fust

A Comissão Especial de Redes Digitais de Informação aprovou o substitutivo do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE) aos 13 projetos sobre o tema que tramitam na Câmara dos Deputados. Pelo texto do relator, os recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) poderão ser utilizados para expandir os serviços de internet. A prioridade será a conexão de todas as escolas públicas por banda larga até 2013. (leia o artigo completo clicando aqui)

Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!! agora sim!!!!!! esse é um dia muito especial para todos que têm na Inclusão Digital sua missão!!!! Estou muito feliz! {#}{#} 

A ilustração acima é de Rivaldo Barboza, português, e você pode visitar seu blog clicando aqui.

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Redes sociais têm forte influência na imagem de uma marca (FATOS RELEVANTES) escrito em sexta 20 junho 2008 11:31

Blog de cathy : Toca da Cathy, Redes sociais têm forte influência na imagem de uma marca

O Brasil é o país que mais acessa redes sociais com 18,5 milhões de pessoas que navegaram em sites relacionados a comunidades e blogs, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19/6) pelo Ibope/NetRatings, que analisou o comportamento dos usuários que navegam de casa por esse tipo de site em dez países da América Latina, Europa e Ásia, além dos Estados Unidos.

O levantamento faz parte da área Analytcs do instituto de pesquisas – uma nova divisão responsável pela análise qualitativa dos dados coletados – e trará análises aprofundadas sobre o impacto das redes sociais brasileiras na construção, sustentação e até mesmo destruição de marca e reputação das organizações.

Segundo dados do estudo, se forem acrescidos a este número os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, o número salta para 20,6 milhões de brasileiros por mês acessando as chamadas redes sociais. Esse número representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a internet mensalmente.

“O crescimento acentuado das redes sociais no Brasil e a influência que elas exercem sobre os usuários que são também consumidores, ainda não são amplamente conhecidos pelas corporações. Pelo que temos observado ao longo dos últimos meses, conhecer bem essas redes sociais e aprender como fazer parte delas não apenas previne eventuais crises ou problemas de imagem das empresas, como também as aproxima de seus públicos, funcionando como uma valiosa ferramenta estratégica”, afirma Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope/NetRatings e responsável pelo novo produto, batizado de Redes Sociais.

Para apresentar o novo produto, a empresa realizou uma espécie de relatório piloto tomando como referência as grandes montadoras de automóveis e a relação destas com as redes sociais. Os resultados obtidos mostram dados interessantes. Um deles é que caso as montadoras decidissem realizar uma grande campanha para impulsionar o consumo de automóveis e, para isso, utilizassem seus sites oficiais, elas falariam para cerca de 2 milhões de pessoas duplicadas em um mês.

Por outro lado, se os membros das comunidades relacionadas às marcas de veículos decidissem fazer uma campanha a favor ou contra o consumo de veículos, atingiriam 1 bilhão de pessoas duplicadas. Ou seja, 500 vezes ou 49.900% mais impactos possíveis do que as montadoras.

O estudo aponta ainda que 94,1% dos usuários que visitam os sites das montadoras freqüentam comunidades, o que mostra que uma ação das montadoras poderia ser rapidamente contraposta pelos membros das comunidades. No caso contrário, em que os participantes das comunidades visitam sites oficiais das montadoras, o número não chegou a 8% em maio.

Foi constatado também no levantamento que mais de 90% dos membros das comunidades relacionadas a veículos, com sentimentos negativos, positivos ou neutros, têm até 24 anos de idade. Isso revela que uma onda de comentários contra uma marca de automóvel pode matar o futuro comprador.

Magalhães observa que os usuários de comunidades não são homogêneos. “Ao contrário, encontramos variações enormes de sentimentos em relação a quase todas as marcas quando comparamos dois estados vizinhos: Rio de Janeiro e São Paulo. Marcas podem ser odiadas em um local e amadas em outro, o que também indica que a comunicação na internet não deve e não pode ser única para todo o território nacional.” Além disso, os membros de comunidades de algumas marcas de veículos demonstram mais afinidade com marcas de produtos de outras categorias e menos com outras. Informação que, segundo o Ibope/NetRatings, gera possibilidade de comunicação indireta com o público de interesse das empresas.

Para fazer o levantamento dos dados da nova pesquisa, o Ibope/NetRatings tomou como base o Orkut, o maior site de relacionamentos do Brasil, com 17,5 milhões de internautas. O instituto de pesquisas desenvolveu um robô em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) que passou a mapear o freqüentador das redes. O robô capturou as últimas 50 pessoas dessas redes, que ao todo somou a um número máximo de 5 milhões de usuários. O robô varreu as comunidades para avaliar quais outras estavam ligadas a elas.

Segundo o Ibope/NetRatings, esse cruzamento de dados é capaz de até identificar perfil dos internautas por tema, como por exemplo, se ele gosta de esporte, bebidas, que hobbys possui e em que área profissional atual.

Fonte: TI Inside

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Lei do FUST pode ser modificada (FATOS RELEVANTES) escrito em quarta 18 junho 2008 23:24

A Comissão Especial da Câmara - que analisa o projeto de Lei 1481/07, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) - deu um passo importante nesta quarta-feira (18/06) na direção de acabar com a restritividade do uso do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST).

O substitutivo do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE) foi aprovado na comissão, presidida pelo deputado Marcelo Ortiz (PV-SP). Ele abre caminho para o uso dos recursos do fundo em programas de inclusão digital de interesse do governo.

Até então, a Lei do Fust não permitia, por exemplo, que o Ministério da Educação pudesse compor com o Ministério das Comunicações para ter uma parcela dessa verba dedicada para os projetos digitais em escolas públicas.

O Substitutivo de Lustosa assegura ao governo esse benefício de remanejar os recursos do FUST para vários fins ligados à atividade de inclusão digital. E também garante que, até 2013, todas as escolas rurais do País terão acesso à internet banda larga, a partir de projetos financiados com recursos do Fundo.

O projeto também criou barreiras para que as teles usassem os recursos no backhaul que deverão construir até a entrada das cidades, possibilidade que o senador Mercadante admitia no seu texto aprovado no Senado. A prioridade dada pelo relator da Câmara, Paulo Henrique Lustosa foi para as escolas rurais, onde ainda não há um modelo de rede para inclusão digital.

Como o governo já negociou com as teles o backhaul até as cidades, Lustosa acabou retirando do texto do Senado, o percentual de 75% dos recursos para aplicações em programas de inclusão digital. Assim o governo poderá dispor do dinheiro da maneira que achar melhor.

Uma boa notícia para os pequenos provedores de Serviços de Comunicação Multimídia (SCM) foi que Lustosa também retirou do seu substitutivo, após acalorado debate com o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), a possibilidade de a Anatel liberar licenças para Prefeituras explorarem o SCM.

Como o texto foi mal formulado na origem, ele deixava margem para interpretações dúbias. Entre elas havia a possibilidade de um prefeito até vir a se tornar dono do negócio. Isso sem contar que, do dia para a noite, poderia haver uma enxurrada de mais de cinco mil provedores municipais de Internet, sem se saber como todos ganhariam frequências para operar.

O artigo "8º-C" foi retirado do texto. Modificado por Lustosa, esse artigo, agora, passou a ser o "8º-B". Ele permite apenas que o Ministério das Comunicações possa fazer convênios com prefeituras, em atuação conjunta, sem concessões ou outorgas de licenças de SCM por parte da Anatel. O projeto, agora, deverá seguir para o Plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, retornar a sua casa de origem, o Senado, por ter sido alterado pelo deputado Lustosa. (Leia o substitutivo do deputado, clicando aqui).

Fonte: Site Convergência Digital

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Teletrabalho avança no Brasil (INCLUSÃO DIGITAL) escrito em terça 17 junho 2008 10:49

Blog de cathy : Toca da Cathy, Teletrabalho avança no Brasil

Pelo menos 23,2% da população adulta em atividade no país, ou seja, um em cada quatro brasileiros, adota ao longo do mês alguma forma de teletrabalho. Um terço desses profissionais (8,1%) exerce o trabalho virtual quase diariamente, indica estudo realizado pela Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública.

Entre os vinculados a microempresas com até quatro funcionários, o percentual duplica, chegando a 15%. Empresas desse porte são pioneiras na adoção intensiva e diária da nova estratégia de trabalho, seguida pelas de médio porte (10,1%), entre 20 e cem funcionários.

Trabalhar de casa é a forma mais popular da modalidade (52%). "Dentre aqueles que realizam o teletrabalho todos os dias, as pessoas que pertencem a classe A (18%), como os donos das companhias, gerentes e colaboradores de cargos administrativos mais altos, são as principais representantes desse comportamento", afirma Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis.

O levantamento também apontou que o computador é a principal ferramenta utilizada por esses profissionais (60%) na maior parte do tempo em que estão fora do escritório. 

A pesquisa foi realizada com 345 trabalhadores do setor privado (funcionários ou donos de pequenos negócios), residentes nas nove principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Goiânia e Brasília, com casos originalmente distribuídos proporcional ao tamanho da população destas cidades.

Atualmente, esse cenário é composto por pessoas com idade entre 45 e 54 anos (15,5%). Apesar disso, a aceitação e disposição em adotar o teletrabalho no futuro já é percebida entre os jovens (44%), de 18 a 24 anos, situação semelhante à abordada em estudo encomendado pela Nortel, sobre hiperconectividade, que revela a América Latina como o continente que emerge com maior potencial quando comparado com outras regiões do mundo.

No Brasil, as regiões Nordeste (43%), principalmente Salvador, e Sudeste (41%), principalmente Belo Horizonte, têm maior potencial para o teletrabalho. Apesar disso, é no Sul do país que as pessoas trabalham de casa o maior número de dias por mês.

Fonte: TI Inside

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O Misterioso Código Binário (REFLEXÕES) escrito em sábado 14 junho 2008 22:42

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Ilustração de Luis Pabón (Madrid): "O Homem Binário"

Já contei para você quando foi que me apaixonei pela tecnologia da informação? Foi no dia que me explicaram o código binário. Aprendi com os técnicos da SLTI do Governo Federal na época do Bug do Milênio. Foi amor súbito.

Resumindo para os leigos: tudo, mas tudo mesmo, que você escreve, ou vê ou ouve na telinha do seu PC é formado de 0 e de 1.

Na hora em que me explicaram isso, tirei uma conclusão imediata: se o que vejo na telinha do computador é 0 e 1 então o que vejo com meus olhos também posso codificar em 0 e 1. E se o que vejo e ouço pode ser codificado dessa forma, então o que não vejo e não ouço, também. No começo era o Nada. O Zero. Então fez-se a luz. O Um.

O Criador por trás de Tudo deve ter inspirado muito especialmente o inventor do código binário. O nome dele Claude Shannon. Matemático e cientista da computação americano, em 1948 delineou uma série de fórmulas matemáticas para reduzir os processos de comunicação a códigos binários (conhecidos como bits). Shannon entendeu que os dígitos binários poderiam representar palavras, sons e imagens - uma teoria que só pôde ser colocada em prática anos mais tarde, com a invenção dos circuitos integrados. Morreu em 2001, aos 84 anos.

Mas o que é mesmo o código binário?

O sistema binário é um sistema de numeração formado por apenas dois algarismos: 0 (zero) e 1 (um). Ou seja, só admite duas possibilidades, sempre antagônicas, como: tudo / nada; ligado / desligado; presença / ausência, direito / esquerdo, alto / baixo, verdadeiro / falso, aceso / apagado...Semelhante ao sistema de numeração arábico que usamos (que, quando se chega ao 9, retorna-se ao 0), no código binário quando se chega ao 1 volta-se ao 0, já que o conjunto só possui dois algarismos.

Os microprocessadores percebem somente sinais elétricos, distinguindo-os em dois níveis de voltagem: nível alto, "high", H = tensão elétrica alta e nível baixo, "low", L = tensão elétrica baixa. Portanto, qualquer comunicação com o microprocessador pode ser reduzida exclusivamente a esses dois sinais, associando-se H com o bit 1 e L com o bit 0.

Quando os primeiros computadores foram projetados, percebeu-se que seriam necessários cerca de 250 códigos diferentes para representar, com valores diferentes, todos os números; letras maiúsculas, minúsculas e acentuadas e os demais símbolos. Então, cada caracter diferente (número, letra ou símbolo), recebeu um valor. Por exemplo, o “A” maiúsculo, foi chamado de 65, o “B”, 66 e assim por diante. O A maiúsculo, que é simbolizado por 65, em linguagem de máquina se transformou em 01000001, sendo que os dígitos são lidos da esquerda para a direita. Portanto, quando pressionamos a letra A maiúscula no teclado, o que é enviado para o processador do computador é o código binário do valor 65, ou seja, 01000001.

Quer entender a conta que permite a codificação binária? clique aqui.

Quer brincar de ver como é "eu te amo" (ou qualquer outra coisa) em código binário? clique aqui.

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