QUAL A SUA OPINIÃO?

Nossa vida seria diferente sem o Facebook ... não?  (QUAL A SUA OPINIÃO?) escrito em quinta 16 dezembro 2010 15:51

Blog de cathy :Toca da Cathy, Nossa vida seria diferente sem o Facebook ... não?

"For connecting more than half a billion people and mapping the social relations among them; for creating a new system of exchanging information; and for changing how we all live our lives, Mark Elliot Zuckerberg is Time's 2010 Person of the Year."  Por conectar mais de meio bilhão de pessoas e mapear as relações sociais entre elas, por criar um novo sistema de troca de informação, e por mudar nosso jeito de viver, Mark Elliot Zuckerberg é a Personalidade do Ano para a revista Time

E já deu a maior parte de sua fortuna para obras de caridade ... um ótimo moço! 

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Ultrajante  (QUAL A SUA OPINIÃO?) escrito em terça 29 junho 2010 11:10

Será que os eleitores dessa gente sabem disso?

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Até que enfim a imprensa americana abre os olhos....  (QUAL A SUA OPINIÃO?) escrito em quinta 27 maio 2010 22:43

Blog de cathy :Toca da Cathy, Até que enfim a imprensa americana abre os olhos....

As Ugly as It Gets

Published: May 25, 2010 NY Times

By THOMAS L. FRIEDMAN

I confess that when I first saw the May 17 picture of Iran’s president, Mahmoud Ahmadinejad, joining his Brazilian counterpart, Luiz Inácio Lula da Silva, and the Turkish prime minister, Recep Tayyip Erdogan, with raised arms — after their signing of a putative deal to defuse the crisis over Iran’s nuclear weapons program — all I could think of was: Is there anything uglier than watching democrats sell out other democrats to a Holocaust-denying, vote-stealing Iranian thug just to tweak the U.S. and show that they, too, can play at the big power table?

No, that’s about as ugly as it gets.

“For years, nonaligned and developing countries have faulted America for cynically pursuing its own interests without regard for human rights,” observed Karim Sadjadpour of the Carnegie Endowment. “As Turkey and Brazil aspire to play on the global stage, they’re going to face the same criticisms they once doled out. Lula and Erdogan’s visit to Iran came just days after Iran executed five political prisoners who were tortured into confessions. They warmly embraced Ahmadinejad as their brother, but didn’t mention a word about human rights. There seems to be a mistaken assumption that the Palestinians are the only people that seek justice in the Middle East, and if you just invoke their cause you can coddle the likes of Ahmadinejad.”

Turkey and Brazil are both nascent democracies that have overcome their own histories of military rule. For their leaders to embrace and strengthen an Iranian president who uses his army and police to crush and kill Iranian democrats — people seeking the same freedom of speech and political choice that Turks and Brazilians now enjoy — is shameful.

“Lula is a political giant, but morally he has been a deep disappointment,” said Moisés Naím, editor in chief of Foreign Policy magazine and a former trade minister in Venezuela.

Lula, Naím noted, “has supported the thwarting of democracy across Latin America.” He regularly praises Venezuela’s strongman Hugo Chávez and Fidel Castro, the Cuban dictator — and now Ahmadinejad — while denouncing Colombia, one of the great democratic success stories, because it let U.S. planes use Colombian airfields to fight narco-traffickers. “Lula has been great for Brazil but terrible for his democratic neighbors,” said Naím. Lula, who rose to prominence as a progressive labor leader in Brazil, has turned his back on the violently repressed labor leaders of Iran.

Sure, had Brazil and Turkey actually persuaded the Iranians to verifiably end their whole suspected nuclear weapons program, America would have endorsed it. But that is not what happened.

Iran today has about 4,850 pounds of low-enriched uranium. Under the May 17 deal, it has supposedly agreed to send some 2,640 pounds from its stockpile to Turkey for conversion into the type of nuclear fuel needed to power Tehran’s medical reactor — a fuel that cannot be used for a bomb. But that would still leave Iran with a roughly 2,200-pound uranium stockpile, which it still refuses to put under international inspection and is free to augment and continue to reprocess to the higher levels needed for a bomb. Experts say it would only take months for Iran to again amass sufficient quantity for a nuclear weapon.

So what this deal really does is what Iran wanted it to do: weaken the global coalition to pressure Iran to open its nuclear facilities to U.N. inspectors, and, as a special bonus, legitimize Ahmadinejad on the anniversary of his crushing the Iranian democracy movement that was demanding a recount of Iran’s tainted June 2009 elections.

In my view, the “Green Revolution” in Iran is the most important, self-generated, democracy movement to appear in the Middle East in decades. It has been suppressed, but it is not going away, and, ultimately, its success — not any nuclear deal with the Iranian clerics — is the only sustainable source of security and stability. We have spent far too little time and energy nurturing that democratic trend and far too much chasing a nuclear deal.

As Abbas Milani, an Iran expert at Stanford University, put it to me: “The only long-term solution to the impasse is for a more democratic, responsible, transparent regime in Tehran. It has been, in my view, a great con game successfully played by the clerical regime to make the nuclear issue the almost sole focal point of its relations with the U.S. and the West. The West should have always followed a two-track policy: earnest negotiations on the nuclear issue and no less earnest discussion on the issues of human rights and democracy in Iran.”

I’d prefer that Iran never get a bomb. The world would be much safer without more nukes, especially in the Middle East. But if Iran does go nuclear, it makes a huge difference whether a democratic Iran has its finger on the trigger or this current murderous clerical dictatorship. Anyone working to delay that and to foster real democracy in Iran is on the side of the angels. Anyone who enables this tyrannical regime and gives cover for its nuclear mischief will one day have to answer to the Iranian people.

A version of this op-ed appeared in print on May 26, 2010, on page A27 of the New York edition. 

Fonte: Site NY Times

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Que vergonha!  (QUAL A SUA OPINIÃO?) escrito em quarta 19 maio 2010 11:53

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Cuba e Lula  (QUAL A SUA OPINIÃO?) escrito em domingo 18 abril 2010 19:24

Blog de cathy :Toca da Cathy, Cuba e Lula

Desculpe se você gosta dele, mas eu recebi esse texto assinado por uma socióloga de quem gosto muito (Maria Lucia Victor Barbosa) e resolvi compartilhar. Faz bem, nesses tempos de quase (falta pouco) pensamento único. Bjs Cathy

O presidente da República é um homem de sorte incomensurável. Deixou a vida o levar e o destino lhe foi radiosamente propício. Somente um pequeno azar obscureceu mês passado, de modo fugaz, seu prestígio internacional, nada que os terremotos que abalaram o Chile não pudessem providencialmente distrair as atenções da rápida urucubaca ocorrida em Cuba quando foi ofertar generosos US$ 300 milhões de dólares ao seu ídolo Fidel Castro, contribuição que será paga por nós, contribuintes brasileiros. 
Justamente em 23 de fevereiro, dia em que Luiz Inácio aportava eufórico nos braços dos queridíssimos irmãos Castro, um cubano negro, operário, "preso de consciência", de nome Orlando Zapata Tamayo, teve o mau gosto de morrer depois de ter sido torturado nas masmorras cubanas e enfrentado uma greve de fome com meio de pedir condições humanas para os demais encarcerados e liberdade para seu país.
O martírio de mais um cubano nem de longe poderia incomodar os irmãos Castros acostumados a esse tipo de morte para eles insignificante e rotineira. Entretanto, um grupo de dissidentes cubanos que esperavam que Luiz Inácio intercedesse por eles, tendo enviado uma carta nesse sentido ao governo brasileiro, devem ter se desiludido com a indiferença do "cara", suas esquivas, suas palavras sem nexo. E mais decepcionados ainda devem ter ficado se puderam ver a foto de Luiz Inácio junto aos Castro. 
Na fotografia estampou-se a imagem de um Luiz Inácio esbanjando largo sorriso eufórico, rosto delirante de júbilo, face mais arredondada por irradiante felicidade, um deslumbramento abjeto diante do grande companheiro Fidel enquanto o corpo martirizado de Orlando Zapara Tamayo esfriava no caixão e outros dissidentes eram presos. 
A cena, para quem tem um mínimo de sensibilidade e capacidade de indignação, era algo vil, torpe, nauseante. Um show explícito de cinismo do déspota de Cuba irmanado ao salvador da pátria brasileiro. Aviso sinistro para os ingênuos que acreditarem no seletivo Programa de Direitos Humanos elaborado pelo PT, a ser posto em prática pela comissária de Luiz Inácio.
Luiz Inácio culpou Tamayo por sua morte. Marco Aurélio Garcia comentou com ares de enfado que violações de direitos humanos têm em toda parte. E Raúl Castro, depois de por a culpa nos Estados Unidos, afirmou: "Em meio século não assassinamos ninguém, aqui ninguém foi torturado". 
Nesse momento em que escrevo outro dissidente, o jornalista Guilhermo Fariñas
(foto acima), está em greve de fome e se dizendo disposto a morrer para honrar Orlando Zapata Tamayo. Recorde-se, então, de maneira sumária, dado o pequeno espaço de um artigo, como funcionam os direitos humanos em Cuba. Os dados foram pesquisados na obra "O Livro Negro do Comunismo":
Desde 1959, mais de cem mil cubanos foram presos. Entre 15.000 e 17.000 pessoas foram fuziladas.
A Unidade Militar de Apoio à Produção (UMAP) funcionou entre 1964 e 1967. Produziu verdadeiros campos de concentração para onde eram levados religiosos católicos (como o arcebispo de Havana, Monsenhor Jaime Ortega), protestantes, homossexuais e quaisquer indivíduos considerados "potencialmente perigosos para a sociedade". Maus tratos, isolamento, subalimentação era o regime dos campos da UMAP.
No violentíssimo regime penitenciário cubano, inclusive, são exploradas as fobias dos detidos. À tortura física se junta a tortura psíquica. As celas não costumam ter água nem eletricidade e o preso que se pretende despersonalizar é mantido em completo isolamento. 
Entre as mais tenebrosas prisões cubanas pode ser citada a de Cabana. Em 1982 cerca de cem prisioneiros foram ali fuzilados. A "especialidade" de Cabana eram as masmorras de dimensões reduzidas chamadas de ratoneras (buracos de ratos). Cabana foi desativada em 1985, mas as torturas e execuções prosseguiram em Boniato, prisão de alta segurança onde reina violência sem limites.
No universo carcerário de Cuba a situação das mulheres não é menos dramática. Mais de 1.100 mulheres foram condenadas por motivos políticos desde 1959. As presas, entregues ao sadismo dos guardas passam por sessões de espancamento e humilhações de todos os tipos.
Muito mais se poderia apresentar sobre "direitos humanos" em Cuba. Encerremos, porém, com a nova piada do presidente Luiz Inácio. Entrevistado pela Associated Press sobre a existência de mais dissidentes cubanos em greve de fome Sua Excelência saiu-se com essa: "imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo fizessem greve de fome e pedissem a liberdade"?
Como se nota primeiramente, Luiz Inácio concorda com os irmãos Castro no sentido de que presos políticos cubanos são bandidos de alta periculosidade para a sociedade e não defensores da liberdade. Segundo, ele não larga a campanha, pois bandido só em São Paulo. Culpa do Serra, naturalmente. 
Luiz Inácio disse ainda, num chiste bastante cínico, que "temos de respeitar a determinação da Justiça do governo cubano de deter as pessoas em função da legislação de Cuba". Lamentavelmente o presidente do Brasil não se dá ao respeito.

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